*_EBD OS TRÊS INIMIGOS DO CRISTÃO_

*_EBD OS TRÊS INIMIGOS DO CRISTÃO_*

1. O Diabo é real
Nós, cristãos que cremos na Palavra de Deus, acreditamos piamente no que ela diz sobre Satanás como um ser real. As passagens bíblicas que tratam sobre ele, o que é seguido tanto no judaísmo como cristianismo, evidenciam isso. A primeira referência envolvendo esse maléfico ser está associada à serpente, conforme descrito em Gênesis (Gn 3.1-6); ele é o responsável pela queda do homem.
O judaísmo descreve Satanás como adversário, acusador; ele não é visto como um ser autônomo, mas considerado um agente celestial, tendo o papel de acusador perante Deus (Jó 1.6-12; 2.1-7). Não existe, no judaísmo, a ideia dualística sobre Satanás visto como um ser que se opõe a Deus, mas é tratado como se fosse um servo seu agindo por meio de sua permissão.
Nele não há poder algum para agir de maneira independente, contrariando a vontade de Deus. Portanto, a questão envolvendo a realidade da existência de Satanás como um ser real e maléfico está descrita na Bíblia. Ela é nossa fonte de autoridade, razão pela qual cremos inquestionavelmente. Ademais, para aceitar tal verdade precisa-se de fé, não de argumentos científicos ou comprovações empíricas. Muitas pessoas têm vivido experiências de ataques malignos, enfrentando tais poderes. Paulo nos adverte que Satanás existe e que não podemos ignorar seus desígnios (2 Co 2.11).
2. Conceito b󰁆blico de carne
Em Gálatas 5.16,17, por meio de Paulo, compreendemos a expressão carne como sendo o inimigo interno do crente, pois se refere à parte da natureza carnal, pecaminosa, natureza humana caída. Biblicamente, essa expressão aponta para o homem que está separado de Deus e que vive na prática do pecado. O duelo se dá porque, tendo a nova natureza implantada no seu ser, quando aceita a Cristo pela fé, tornando-se nova criatura, o cristão passará a andar e viver no Espírito, buscando agradar a Deus; por outro lado, a carne, isto é, a velha natureza, quer contrariar isso em nós.
Os que desejam vencer as obras da carne não têm escape: precisam andar em Espírito, uma vez que não existe outra saída para esse duelo. Nas muitas cartas que escreveu, Paulo fez desse assunto o seu tema constante, evidenciando o grande poder dessa natureza. Por exemplo, em Romanos 8.5-8, escreveu que aqueles que se inclinam para a carne, cogitam apenas as coisas da carne, mas os que se inclinam para o Espírito Santo, visam às coisas do Espírito. Na carne ninguém pode agradar a Deus.
3. O MUNDO COMO INIMIGO
A bíblia nos informa sobre o MUNDANISMO ou seja, o AMAR o MUNDO. A advertência para "Não amar o mundo" I Jo. 2:15 (kosmos) refere-se não ao mundo físico, mas no mundo enquanto SISTEMA corrompido com vícios, ideologias perversas e rebelião contra Deus. Como Diz Donald Stamps: "Satanás emprega ideias mundanas de moralidade, nas filosofias, psicologia, desejos, governos, cultura, educação, ciência, arte, medicina, música, sistemas econômicos, entretenimento, Comunicação de massa, esporte, agricultura etc..para opor-se a Deus e a seu povo e aos padrões de retidão. (Mt. 16.26; Icor. 2.12; IJo. 2.15) Por exemplo, satanás usa a profissão médica para promover o aborto; a agricultura para produzir drogas narcóticas; a educação para promover a ideologia ímpia humanista e os meios de comunicação para destruir os padrões divinos de conduta." (BEP, p. 1957). O mundo portanto, é um sistema dominado por satanás que está agindo em todas as áreas da sociedade, que precisa ser identificado e combatido. A igreja é a única agente de Deus aqui na terra que faz oposição direta à esse sistema.

Deus ouve o seu clamor

Há situações na vida que são desesperadoras. Calamidades acontecem a famílias, cidades e nações. Crises na saúde, guerras, terremotos, enchentes, falecimentos, violências desenfreadas, perseguição e tantos outros males. Essas situações deixam as pessoas apavoradas, com medo e sem saber o que fazer.

O que a Bíblia diz

Em lamentações é contado que os poucos judeus que sobraram em Israel viviam desta forma, em meio ao caos e medo. Estavam aterrorizados e desesperançosos, mas Jeremias resolveu convocá-los a clamar a Deus. Era tempo de confessar seus pecados ao altíssimo e pedirem socorro. Justos eles oraram e derramaram seus corações perante a Deus, por sua ação misericordiosa. (Lm 5.1-22).

No Salmo 51.17 Davi fala que Deus se agrada do espírito quebrantado e não despreza um coração arrependido. Em 2 Crônicas 7.14, o Senhor apareceu a Salomão e lhe disse que se seu povo se humilhasse, orasse, buscasse e se convertesse dos seus maus caminhos, então ele o ouviria, o perdoaria e sararia a terra.

O Salmo 107 narra como Deus agiu em favor do seu povo, quando na angústia, as pessoas clamaram ao Senhor e ele as livrou das suas tribulações.

O que fazer em situações difíceis

Há situações que requerem clamor de toda uma casa ou de toda uma igreja. Não podemos esperar que toda uma nação ore, mas podemos fazer a nossa parte, levando súplicas e clamor ao Senhor. Também precisamos ser sensíveis à dor do outro. Às vezes, não somos nós que estamos passando por um momento delicado, mas sim um amigo ou até mesmo um país que vimos no noticiário.

Não podemos nos omitir perante a dor do outro, mas sim tomar a iniciativa de clamar por aquele alguém. Há poder na oração e você pode ser usado como um vaso de bênção na vida de outra pessoa. Tantas pessoas veem o próximo passando por uma situação que nem entendem e resolvem opinar. Isso não vai ajudar em nada! Mas as suas orações em clamor pelo próximo farão diferença. Lembrando que a oração exige ação!

Deus te abençoe!