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Novo Nascimento

A Necessidade do Novo Nascimento é o tema da lição 7 das Lições Bíblicas CPAD do 3º trimestre de 2017 para a Escola Bíblica Dominical. Nesta lição estudaremos sobre a importância e necessidade do novo nascimento. Texto Áureo: João 3:7 Leitura Bíblica em Classe: João 3:1-12 Introdução – Lição 7: A Necessidade do Novo Nascimento Lições Bíblicas 3º Trimestre de 2017 – Escola Bíblica Dominical A necessidade do novo nascimento é algo bastante claro nas Escrituras. Desde quando lemos sobre a Queda do Homem no Éden com a consequente origem do pecado na humanidade nos primeiros capítulos de Gênesis, até as promessas acerca de novos céus e nova terra no livro do Apocalipse, percebemos que o estado natural de morte espiritual em que todos os homens nascem devido ao pecado original precisa ser alterado para que alguém possa ser reconciliado com Deus e entrar em seu reino. I- Um Líder Religioso Bem-Intencionado A passagem mais conhecida acerca da necessidade do novo nascimento no Novo Testamento está registrada em João 3, no diálogo entre Jesus e um homem chamado Nicodemos, onde o Senhor é muito claro ao dizer que o homem precisa nascer de novo. Nicodemos era um religioso judeu, pertencia ao partido dos fariseus, o mesmo grupo que exerceu forte oposição ao ministério terreno de Jesus. Os fariseus eram muito rigorosos com relação aos costumes e a observância da Lei, de modo que o próprio Jesus reprovou a religiosidade exagerada dos fariseus, pois não passava de uma espiritualidade hipócrita. Ele se encontrou com Jesus durante a noite, talvez devido ao temor de ser reconhecido conversando com Jesus, ou, ao contrário disso, por puro respeito a Ele, ao considerar que Jesus era um grande mestre, e que, como tal, Ele não deveria ser incomodado durante o dia. Como um bom fariseu, Nicodemos estava acostumado com o entendimento equivocado de salvação pelas obras. Certamente ele procurava cumprir com as obrigações religiosas de seu grupo que refletiam apenas uma espiritualidade externa. Ele ocupava uma posição importante, era um dos principais dos judeus, um intérprete profissional da Lei, frequentador assíduo da sinagoga e membro do Sinédrio. Sendo fariseu, ele jejuava pelo menos duas vezes por semana, ou seja, fazia mais até do que a Lei exigia. Assim como os demais integrantes do seu partido, ele provavelmente pensava que poderia se auto-justificar, e por isso então ele ficou tão perplexo diante do ensino do Senhor Jesus de que nada daquilo era suficiente, pois para alguém ver e entrar no reino de Deus é necessário nascer de novo. II- O Novo Nascimento O novo nascimento é a regeneração, um ato realizado exclusivamente por Deus através do Espírito Santo, no qual ele vivifica o homem pecador que estava morto em delitos e pecados (Efésios 2:1-5). Nascer de novo é nascer do alto, não da carne, mas do Espírito (João 1:13; 3:6). Saiba mais sobre o que significa nascer de novo. O novo nascimento implica no princípio da nova vida espiritual do homem, antes morto no pecado, mas agora morto para o pecado e vivo para Deus (Romanos 6). Nicodemos perguntou a Jesus como poderia ser possível alguém nascer uma segunda vez, e essa é a mesma pergunta que muita gente faz na atualidade. No entanto, a resposta de Jesus não aponta de forma alguma para a participação humana nesse processo, ao contrário, Ele ilustra a ação soberana do Espírito no novo nascimento com a figura do vento que ninguém consegue controlar sobre a terra. A regeneração é uma obra divina que acontece de forma imediata e instantânea, assim como foi na vida de Paulo de Tarso, o grande perseguidor do Evangelho convertido a Cristo (Atos 9). III- Uma Necessidade No próprio diálogo com Nicodemos, Jesus deixou claro qual é a grande necessidade do novo nascimento: “Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus” (João 3:3). “Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus” (João 3:5). Quando Jesus diz que sem o novo nascimento ninguém pode ver e entrar no reino de Deus, isso significa que o homem não regenerado nem mesmo pode crer que Jesus é o Cristo (1 João 5:1). O pecado original precipitou toda a humanidade num estado de culpa e rebelião contra Deus. Por natureza o homem possui seu coração inclinado ao mal, ou seja, ele é incapaz de amar e desejar aquilo que é espiritualmente bom e correto. O escritor de Gênesis nos informa que “viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente” (Gênesis 6:5). O resultado disso é a constatação feita ao longo das Escrituras, de que “desviaram-se todos e juntamente fizeram imundos: não há quem faça o bem, não há um sequer” (Salmos 14:3; Romanos 3:11). É por isso que o homem permanece morto até que pela soberana ação divina ele seja vivificado. Portanto, a necessidade do novo nascimento é uma verdade fundamental revelada nas Escrituras, pois aquele que é nascido de novo não encontra-se mais morto espiritualmente, mas passa a crer em Jesus respondendo com arrependimento pelos seus pecados. Se antes ele era inimigo de Deus, após a regeneração ele começa a buscá-lo, a entender a sua Palavra, a viver segundo a sua vontade e a amar a luz ao invés das trevas (João 1:4,5; Romanos 10:20; 1 Coríntios 2:14). Conclusão A doutrina bíblica sobre a necessidade do novo nascimento deve ser ensinada nas igrejas. Infelizmente muitos líderes estão priorizando ensinos contrários as Escrituras e deixando de lado os pontos centrais da fé cristã. Os cristãos precisam conhecer profundamente o que verdadeiramente implica a condição de terem sido feitos “novas criaturas” (2 Coríntios 5:17). Escola Dominical – Lições Bíblicas 3º Trimestre 2017: A Razão da Nossa Fé – Assim Cremos, Assim Vivemos EBD CPAD | Lição 7: A Necessidade do Novo Nascimento. Que tal fazer Bacharel em Teologia sem mensalidades? Clique aqui!

Novo Nascimento

A Necessidade do Novo Nascimento é o tema da lição 7 das Lições Bíblicas CPAD do 3º trimestre de 2017 para a Escola Bíblica Dominical. Nesta lição estudaremos sobre a importância e necessidade do novo nascimento. Texto Áureo: João 3:7 Leitura Bíblica em Classe: João 3:1-12 Introdução – Lição 7: A Necessidade do Novo Nascimento Lições Bíblicas 3º Trimestre de 2017 – Escola Bíblica Dominical A necessidade do novo nascimento é algo bastante claro nas Escrituras. Desde quando lemos sobre a Queda do Homem no Éden com a consequente origem do pecado na humanidade nos primeiros capítulos de Gênesis, até as promessas acerca de novos céus e nova terra no livro do Apocalipse, percebemos que o estado natural de morte espiritual em que todos os homens nascem devido ao pecado original precisa ser alterado para que alguém possa ser reconciliado com Deus e entrar em seu reino. I- Um Líder Religioso Bem-Intencionado A passagem mais conhecida acerca da necessidade do novo nascimento no Novo Testamento está registrada em João 3, no diálogo entre Jesus e um homem chamado Nicodemos, onde o Senhor é muito claro ao dizer que o homem precisa nascer de novo. Nicodemos era um religioso judeu, pertencia ao partido dos fariseus, o mesmo grupo que exerceu forte oposição ao ministério terreno de Jesus. Os fariseus eram muito rigorosos com relação aos costumes e a observância da Lei, de modo que o próprio Jesus reprovou a religiosidade exagerada dos fariseus, pois não passava de uma espiritualidade hipócrita. Ele se encontrou com Jesus durante a noite, talvez devido ao temor de ser reconhecido conversando com Jesus, ou, ao contrário disso, por puro respeito a Ele, ao considerar que Jesus era um grande mestre, e que, como tal, Ele não deveria ser incomodado durante o dia. Como um bom fariseu, Nicodemos estava acostumado com o entendimento equivocado de salvação pelas obras. Certamente ele procurava cumprir com as obrigações religiosas de seu grupo que refletiam apenas uma espiritualidade externa. Ele ocupava uma posição importante, era um dos principais dos judeus, um intérprete profissional da Lei, frequentador assíduo da sinagoga e membro do Sinédrio. Sendo fariseu, ele jejuava pelo menos duas vezes por semana, ou seja, fazia mais até do que a Lei exigia. Assim como os demais integrantes do seu partido, ele provavelmente pensava que poderia se auto-justificar, e por isso então ele ficou tão perplexo diante do ensino do Senhor Jesus de que nada daquilo era suficiente, pois para alguém ver e entrar no reino de Deus é necessário nascer de novo. II- O Novo Nascimento O novo nascimento é a regeneração, um ato realizado exclusivamente por Deus através do Espírito Santo, no qual ele vivifica o homem pecador que estava morto em delitos e pecados (Efésios 2:1-5). Nascer de novo é nascer do alto, não da carne, mas do Espírito (João 1:13; 3:6). Saiba mais sobre o que significa nascer de novo. O novo nascimento implica no princípio da nova vida espiritual do homem, antes morto no pecado, mas agora morto para o pecado e vivo para Deus (Romanos 6). Nicodemos perguntou a Jesus como poderia ser possível alguém nascer uma segunda vez, e essa é a mesma pergunta que muita gente faz na atualidade. No entanto, a resposta de Jesus não aponta de forma alguma para a participação humana nesse processo, ao contrário, Ele ilustra a ação soberana do Espírito no novo nascimento com a figura do vento que ninguém consegue controlar sobre a terra. A regeneração é uma obra divina que acontece de forma imediata e instantânea, assim como foi na vida de Paulo de Tarso, o grande perseguidor do Evangelho convertido a Cristo (Atos 9). III- Uma Necessidade No próprio diálogo com Nicodemos, Jesus deixou claro qual é a grande necessidade do novo nascimento: “Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus” (João 3:3). “Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus” (João 3:5). Quando Jesus diz que sem o novo nascimento ninguém pode ver e entrar no reino de Deus, isso significa que o homem não regenerado nem mesmo pode crer que Jesus é o Cristo (1 João 5:1). O pecado original precipitou toda a humanidade num estado de culpa e rebelião contra Deus. Por natureza o homem possui seu coração inclinado ao mal, ou seja, ele é incapaz de amar e desejar aquilo que é espiritualmente bom e correto. O escritor de Gênesis nos informa que “viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente” (Gênesis 6:5). O resultado disso é a constatação feita ao longo das Escrituras, de que “desviaram-se todos e juntamente fizeram imundos: não há quem faça o bem, não há um sequer” (Salmos 14:3; Romanos 3:11). É por isso que o homem permanece morto até que pela soberana ação divina ele seja vivificado. Portanto, a necessidade do novo nascimento é uma verdade fundamental revelada nas Escrituras, pois aquele que é nascido de novo não encontra-se mais morto espiritualmente, mas passa a crer em Jesus respondendo com arrependimento pelos seus pecados. Se antes ele era inimigo de Deus, após a regeneração ele começa a buscá-lo, a entender a sua Palavra, a viver segundo a sua vontade e a amar a luz ao invés das trevas (João 1:4,5; Romanos 10:20; 1 Coríntios 2:14). Conclusão A doutrina bíblica sobre a necessidade do novo nascimento deve ser ensinada nas igrejas. Infelizmente muitos líderes estão priorizando ensinos contrários as Escrituras e deixando de lado os pontos centrais da fé cristã. Os cristãos precisam conhecer profundamente o que verdadeiramente implica a condição de terem sido feitos “novas criaturas” (2 Coríntios 5:17). Escola Dominical – Lições Bíblicas 3º Trimestre 2017: A Razão da Nossa Fé – Assim Cremos, Assim Vivemos EBD CPAD | Lição 7: A Necessidade do Novo Nascimento. Que tal fazer Bacharel em Teologia sem mensalidades? Clique aqui!

Uma vida Santa

A Necessidade de Termos Uma Vida Santa é o tema da lição 9 das Lições Bíblicas CPAD do 3º trimestre de 2017 para a Escola Bíblica Dominical. Nesta lição estudaremos sobre a importância da santidade na vida do cristão.

Texto Áureo: 1 Pedro 1:15

Leitura Bíblica em Classe: 1 Pedro 1:13-22oríntios 12:12-20,25-27

A Necessidade de Termos Uma Vida Santa: Introdução

Lições Bíblicas 3º Trimestre de 2017 – Escola Bíblica Dominical

A Bíblia é muito clara ao falar sobre a necessidade de termos uma vida santa. O escritor da Carta aos Hebreus declara: Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor(Hebreus 12:14).

Todavia, também é verdade que muita gente desconhece ou não entende o verdadeiro conceito Bíblico sobre o que é a santificação na vida do cristão. Isso é muito grave, pois no final tais pessoas ou acabam sendo negligentes ou advogando para si mesmas um mérito que não lhes pertence, caindo no perigo da justiça própria.

A Necessidade de Termos Uma Vida Santa: Definindo os Termos

Os termos mais utilizados na Bíblia para se referir à santidade e a santificação é o hebraico qadash (Antigo Testamento), e o grego hagiasmos (Novo Testamento). Outros termos similares, correlatos ou derivados também são aplicados, mas no geral, todos eles procuraram transmitir a ideia de “separação”, “consagração” e “purificação”.

Primeiramente devemos entender que a qualidade da santidade é aplicada na Bíblia primeiramente a Deus, apontando para a sua inacessibilidade, ou seja, Deus é absolutamente santo, fundamentalmente distinto de todas as suas criaturas.

Logo, a santidade é uma característica fundamental de Deus, de modo que ela está presente em todos os seus atributos, no sentido de que Ele é santo em seu amor, santo em sua justiça, santo em sua bondade, santo em sua misericórdia, santo em sua ir etc. Saiba mais sobre quais são os atributos de Deus.

O Deus que é santo exige que o seu povo também seja santo, ou seja, separado daquilo que é pecaminoso, e consagrado ao serviço de Deus, amando e praticando aquilo que é justo e de acordo com a sua vontade.

A Necessidade de Termos Uma Vida Santa

Do Antigo ao Novo Testamento encontramos inúmeras exortações sobre a necessidade de termos uma vida santa. Por exemplo, o apóstolo Pedro, citando o Antigo Testamento, escreve: “Mas, assim como é santo aquele que os chamou, sejam santos vocês também em tudo o que fizerem, pois está escrito: Sejam santos, porque eu sou santo” (1 Pedro 1:15,16). O mesmo apóstolo também escreve que a Igreja é “geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido” (1 Pedro 2:9).

Mesmo após termos sido regenerados, a velha natureza pecaminosa ainda continua em nós, de modo que existe uma guerra constante entre o Espírito e a carne. Enquanto o Espírito gera em nós desejos e propósitos regenerados, habilitando-nos a amar aquilo que agrada a Deus e guiando-nos em uma vida em conformidade com sua Palavra, a carne busca, a todo custo, nos prender em suas concupiscências perversas e nos precipitar em suas obras pecaminosas.

É por isso que se dá a grande necessidade de termos uma vida santa, pois é através da santificação que podemos mortificar a cada dia nossa natureza caída, se despir do velho homem, e sermos cada vez mais semelhantes a Cristo, com seu caráter sendo formado em nós progressivamente (2 Coríntios 3:18; Gálatas 4:19; 5:22-25).

A Necessidade de Termos Uma Vida Santa: A Possibilidade de Termos Uma Vida Santa

Diante da necessidade de termos uma vida santa, logo surge a pergunta: Como ser santo? Será que é possível termos uma vida santa? Para respondermos tais questionamentos, é necessário que entendamos que Deus é o autor da santificação, ou seja, ela é uma obra que Deus opera nos redimidos, a fim de torná-los semelhantes à imagem de Cristo(Romanos 8:11-29; 15:16; 1 Pedro 1:2).

Um dos mais importantes catecismos da Igreja Protestante define a santificação como sendo “a obra da livre graça de Deus, pela qual somos renovados em todo nosso ser, segundo a imagem de Deus, e habilitados a morrer cada vez mais para o pecado e a viver para a retidão” (Breve Catecismo de Westminster).

Nesse ponto, muita gente confunde a santificação com a regeneração e a justificação. A regeneração também é uma obra exclusiva de Deus que ocorre de forma definitiva e instantânea, ao vivificar o pecador que estava morto em delitos e pecados, ou seja, tirando-o de seu estado de morte espiritual para nova vida em Cristo. É o novo nascimento(Efésios 2:1-8).

Quanto à justificação, ela é um ato judicial de Deus que ocorre de uma vez por todas, no qual Ele atribui ao crente a justiça de Cristo, declarando que seus pecados estão perdoados pelos méritos de seu Filho (Romanos 6:4-10).

Já na santificação, apesar de ela ser também uma obra realizada por Deus, ela é um processo contínuo que dura por toda a vida do cristão, da qual o próprio cristão, dependente de Deus, também participa (2 Coríntios 7:1; Filipenses 3:10-14; Hebreus 12:14).

Bíblia aponta a santificação sob três aspectos. Primeiro, ela revela a santificação em um sentido definitivo, isto é, uma santificação posicional que trata da condição do cristão em Cristo diretamente ligada a justificação, ou seja, da forma como Deus vê o justificado também santificado em seu Filho (Romanos 6;2-6; 1 Coríntios 1:2; Efésios 2:4-6).

Segundo, a Bíblia também revela o caráter experimental da santificação, ou seja, sua realidade progressiva como um processo inacabado nesse mundo, onde os redimidos são chamados por Deus à santidade segundo a ação do Espírito Santo (Romanos 8:11; 12:1-2; 1 Coríntios 6:11,19,20; 2 Coríntios 3:18; Efésios 4:22-24; 1 Tessalonicenses 2:13; Hebreus 13:20,21).

Apesar de ser uma obra de Deus, nesse aspecto ter uma vida santa exige esforço da parte do cristão, não como um agente independente nesse processo, mas como um instrumento sob o controle soberano de Deus, no qual através do Espírito Santo ele é capacitado a viver de acordo com a vontade divina.

Por último, como a santificação é um longo processo imperfeito nesse mundo, ela encontrará sua perfeição final no grande dia em Cristo voltar, quando os redimidos serão glorificados recebendo corpos ressurretos não mais sujeitos a corrupção do pecado.

A Necessidade de Termos Uma Vida Santa: Conclusão

A necessidade de termos uma vida santa é uma verdade inegável revelada na Escritura. Por nossa própria natureza somos incapazes de fazer o bem diante de Deus, mas por sua infinita graça Ele nos regenerou, dando-nos uma nova natureza e através da ação do Espírito Santo somos capacitados a viver uma vida de vitória sobre o pecado.

Escola Dominical – Lições Bíblicas 3º Trimestre 2017: A Razão da Nossa Fé – Assim Cremos, Assim Vivemos EBD CPAD | Lição 9: A Necessidade de Termos Uma Vida Santa.

Uma vida Santa

A Necessidade de Termos Uma Vida Santa é o tema da lição 9 das Lições Bíblicas CPAD do 3º trimestre de 2017 para a Escola Bíblica Dominical. Nesta lição estudaremos sobre a importância da santidade na vida do cristão.

Texto Áureo: 1 Pedro 1:15

Leitura Bíblica em Classe: 1 Pedro 1:13-22oríntios 12:12-20,25-27

A Necessidade de Termos Uma Vida Santa: Introdução

Lições Bíblicas 3º Trimestre de 2017 – Escola Bíblica Dominical

A Bíblia é muito clara ao falar sobre a necessidade de termos uma vida santa. O escritor da Carta aos Hebreus declara: Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor(Hebreus 12:14).

Todavia, também é verdade que muita gente desconhece ou não entende o verdadeiro conceito Bíblico sobre o que é a santificação na vida do cristão. Isso é muito grave, pois no final tais pessoas ou acabam sendo negligentes ou advogando para si mesmas um mérito que não lhes pertence, caindo no perigo da justiça própria.

A Necessidade de Termos Uma Vida Santa: Definindo os Termos

Os termos mais utilizados na Bíblia para se referir à santidade e a santificação é o hebraico qadash (Antigo Testamento), e o grego hagiasmos (Novo Testamento). Outros termos similares, correlatos ou derivados também são aplicados, mas no geral, todos eles procuraram transmitir a ideia de “separação”, “consagração” e “purificação”.

Primeiramente devemos entender que a qualidade da santidade é aplicada na Bíblia primeiramente a Deus, apontando para a sua inacessibilidade, ou seja, Deus é absolutamente santo, fundamentalmente distinto de todas as suas criaturas.

Logo, a santidade é uma característica fundamental de Deus, de modo que ela está presente em todos os seus atributos, no sentido de que Ele é santo em seu amor, santo em sua justiça, santo em sua bondade, santo em sua misericórdia, santo em sua ir etc. Saiba mais sobre quais são os atributos de Deus.

O Deus que é santo exige que o seu povo também seja santo, ou seja, separado daquilo que é pecaminoso, e consagrado ao serviço de Deus, amando e praticando aquilo que é justo e de acordo com a sua vontade.

A Necessidade de Termos Uma Vida Santa

Do Antigo ao Novo Testamento encontramos inúmeras exortações sobre a necessidade de termos uma vida santa. Por exemplo, o apóstolo Pedro, citando o Antigo Testamento, escreve: “Mas, assim como é santo aquele que os chamou, sejam santos vocês também em tudo o que fizerem, pois está escrito: Sejam santos, porque eu sou santo” (1 Pedro 1:15,16). O mesmo apóstolo também escreve que a Igreja é “geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido” (1 Pedro 2:9).

Mesmo após termos sido regenerados, a velha natureza pecaminosa ainda continua em nós, de modo que existe uma guerra constante entre o Espírito e a carne. Enquanto o Espírito gera em nós desejos e propósitos regenerados, habilitando-nos a amar aquilo que agrada a Deus e guiando-nos em uma vida em conformidade com sua Palavra, a carne busca, a todo custo, nos prender em suas concupiscências perversas e nos precipitar em suas obras pecaminosas.

É por isso que se dá a grande necessidade de termos uma vida santa, pois é através da santificação que podemos mortificar a cada dia nossa natureza caída, se despir do velho homem, e sermos cada vez mais semelhantes a Cristo, com seu caráter sendo formado em nós progressivamente (2 Coríntios 3:18; Gálatas 4:19; 5:22-25).

A Necessidade de Termos Uma Vida Santa: A Possibilidade de Termos Uma Vida Santa

Diante da necessidade de termos uma vida santa, logo surge a pergunta: Como ser santo? Será que é possível termos uma vida santa? Para respondermos tais questionamentos, é necessário que entendamos que Deus é o autor da santificação, ou seja, ela é uma obra que Deus opera nos redimidos, a fim de torná-los semelhantes à imagem de Cristo(Romanos 8:11-29; 15:16; 1 Pedro 1:2).

Um dos mais importantes catecismos da Igreja Protestante define a santificação como sendo “a obra da livre graça de Deus, pela qual somos renovados em todo nosso ser, segundo a imagem de Deus, e habilitados a morrer cada vez mais para o pecado e a viver para a retidão” (Breve Catecismo de Westminster).

Nesse ponto, muita gente confunde a santificação com a regeneração e a justificação. A regeneração também é uma obra exclusiva de Deus que ocorre de forma definitiva e instantânea, ao vivificar o pecador que estava morto em delitos e pecados, ou seja, tirando-o de seu estado de morte espiritual para nova vida em Cristo. É o novo nascimento(Efésios 2:1-8).

Quanto à justificação, ela é um ato judicial de Deus que ocorre de uma vez por todas, no qual Ele atribui ao crente a justiça de Cristo, declarando que seus pecados estão perdoados pelos méritos de seu Filho (Romanos 6:4-10).

Já na santificação, apesar de ela ser também uma obra realizada por Deus, ela é um processo contínuo que dura por toda a vida do cristão, da qual o próprio cristão, dependente de Deus, também participa (2 Coríntios 7:1; Filipenses 3:10-14; Hebreus 12:14).

Bíblia aponta a santificação sob três aspectos. Primeiro, ela revela a santificação em um sentido definitivo, isto é, uma santificação posicional que trata da condição do cristão em Cristo diretamente ligada a justificação, ou seja, da forma como Deus vê o justificado também santificado em seu Filho (Romanos 6;2-6; 1 Coríntios 1:2; Efésios 2:4-6).

Segundo, a Bíblia também revela o caráter experimental da santificação, ou seja, sua realidade progressiva como um processo inacabado nesse mundo, onde os redimidos são chamados por Deus à santidade segundo a ação do Espírito Santo (Romanos 8:11; 12:1-2; 1 Coríntios 6:11,19,20; 2 Coríntios 3:18; Efésios 4:22-24; 1 Tessalonicenses 2:13; Hebreus 13:20,21).

Apesar de ser uma obra de Deus, nesse aspecto ter uma vida santa exige esforço da parte do cristão, não como um agente independente nesse processo, mas como um instrumento sob o controle soberano de Deus, no qual através do Espírito Santo ele é capacitado a viver de acordo com a vontade divina.

Por último, como a santificação é um longo processo imperfeito nesse mundo, ela encontrará sua perfeição final no grande dia em Cristo voltar, quando os redimidos serão glorificados recebendo corpos ressurretos não mais sujeitos a corrupção do pecado.

A Necessidade de Termos Uma Vida Santa: Conclusão

A necessidade de termos uma vida santa é uma verdade inegável revelada na Escritura. Por nossa própria natureza somos incapazes de fazer o bem diante de Deus, mas por sua infinita graça Ele nos regenerou, dando-nos uma nova natureza e através da ação do Espírito Santo somos capacitados a viver uma vida de vitória sobre o pecado.

Escola Dominical – Lições Bíblicas 3º Trimestre 2017: A Razão da Nossa Fé – Assim Cremos, Assim Vivemos EBD CPAD | Lição 9: A Necessidade de Termos Uma Vida Santa.

As obras da carne e o fruto do espírito

As Obras da Carne e o Fruto do Espírito é o tema da lição 1 das Lições Bíblicas CPAD do 1º trimestre de 2017 para a Escola Bíblica Dominical. Neste estudo bíblico meditaremos sobre o ensino do apóstolo Paulo acerca das obras da carne e o fruto do Espírito na Epístola aos Gálatas.

Texto Áureo: Gálatas 15:16

Leitura Bíblica em Classe: Gálatas 5:16-26

Introdução

Lições Bíblicas 1º Trimestre de 2017 – Escola Bíblica Dominical

Quando o apóstolo Paulo escreveu aos cristãos da Galácia, seu principal objetivo era admoestá-los a resistir, rejeitar e combater os falsos mestres que estavam pregando um falso evangelho entre eles.

Esse ensino consistia, basicamente, em afirmar que apenas a fé em Cristo não era suficiente para a salvação, precisando então ser acrescentado a ela o mérito humano em praticar as obras da Lei.

Diante desse grave problema, o apóstolo escreveu uma carta onde expôs a verdade de que a justificação é exclusivamente pela fé em Cristo, e não por obras humanas. Paulo também ensinou que o legalismo não é capaz de nos conduzir a ter um padrão de vida que agrada a Deus, ao contrário, ele nos afasta de Cristo e nos leva ao fracasso.

Assim, o apóstolo advertiu que somente o Espírito Santo é quem nos capacita a viver uma nova vida marcada pela santificação diária, fazendo-nos desfrutar de toda liberdade que há em Cristo.

I- Andar na Carne x Andar no Espírito

Nos capítulos 5 e 6 da Carta aos Gálatas, o apóstolo Paulo fez uma série de exortações práticas acerca do verdadeiro Evangelho, o qual prega que a justificação é exclusivamente pela fé. Primeiro ele falou acerca da liberdade que os redimidos desfrutam em Cristo (Gl 5:1-15). Depois ele exortou acerca do poder do Espírito (Gl 5:16-6:6), e, por último, ele alertou sobre a bênção e o julgamento divino (6:7-10).

Entre os versículos 1 e 15 do capítulo 5 de Gálatas, priorizando o ensino sobre a liberdade em Cristo, o apóstolo deixou claro que a liberdade não anula a responsabilidade, ou seja, não se pode confundir a liberdade em Cristo com libertinagem. Logo, os cristãos não devem viver de qualquer maneira só porque não estão mais sobre o julgo da Lei.

Nesse contexto, a partir do versículo 16 do mesmo capítulo 5, Paulo fala sobre as obras da carne o fruto do Espírito. Seu objetivo é mostrar que a única maneira de obedecermos à vontade de Deus é confiando no Espírito Santo, que é o único que pode nos capacitar a viver uma vida para Cristo.

O conselho do apóstolo é para que andemos no Espírito (Gl 5:16). Com isso ele está dizendo que o cristão verdadeiro possui o Espírito Santo habitando dentro de si, e já que o Espírito é o centro de sua nova vida regenerada, o cristão deve entregar seus paços a ele, ou seja, “se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito” (Gl 5:25).

O Espírito Santo habitando dentro de nós é um sinal de que fomos feitos herdeiros das promessas dadas a Abraão (Gl 3:14; 4:6; 5:5), e de que no dia do juízo seremos declarados justos, não por nossos méritos, mas pelos méritos de Cristo (2Co 1:22; 5:5; Gl 5:5).

Por outro lado, o apóstolo também chamou a atenção para o fato de que a carne tenta resistir insistentemente esse novo padrão de vida imposto pelo Espírito. Nesse contexto a palavra “carne” se refere a nossa natureza humana decaída e corrompida pelo pecado.

II- Obras da Carne, Um Convite ao Pecado

Após a Queda do Homem, quando Adão e Eva desobedeceram à ordem de Deus ainda no Éden, a natureza humana foi completamente corrompida, ocasionando uma depravação total, de modo que, por nós mesmos, não somos capazes de fazer nada de bom diante de Deus.

Somente quando somos regenerados é que o Espírito Santo nos capacita a viver de um modo que, pelos méritos de Cristo, agrada a Deus. Entretanto, apesar de novas criaturas a natureza carnal tenta nos confrontar diariamente, pois seus desejos e obras são contrários à submissão a vontade de Deus.

Esse intenso conflito nos acompanha por toda nossa vida aqui na terra. Porém, apesar de ainda possuirmos essa natureza carnal, podemos mortificá-la através do poder concedido pelo Espírito Santo que aplica os efeitos da cruz de Cristo em nossas vidas onde essa natureza foi crucificada juntamente com suas paixões concupiscências.

O pecado não é o padrão de vida de quem nasceu de novo, e a única forma de combatermos os desejos pecaminosos da nossa carne que nos leva a praticar obras reprováveis é andando no Espírito.

O apóstolo citou uma lista representativa das obras da carne que inclui pecados relacionados à imoralidade sexual, à falsa adoração, à conflitos de relacionamentos e aos excessos (Gl 5:19-21). Saiba mais lendo um estudo completo sobre as obras da carne.

III- Fruto do Espírito, Um Chamado Para a Santidade

Oposto às obras da carne está o fruto do Espírito, um conjunto de virtudes produzidas pelo Espírito Santo em nós e que provam o nosso caráter cristão condizente com o modo de vida característico de quem foi regenerado.

Mortos em delitos e pecados, separados de Deus e inimigos de sua justiça, nós vivíamos segundo os desejos da carne, praticando as obras que satisfaziam nossas paixões pecaminosas. Porém, quando fomos regenerados, reconciliados com Deus por meio de Cristo, o Espírito Santo que habita em nós nos concede o poder de resistir às tendências da nossa carne e demonstrar o fruto produzido pelo Espírito através da santificação. Saiba mais lendo um estudo completo sobre o fruto do Espírito.

Conclusão

Enquanto estivermos vivendo nessa terra, nenhum de nós poderá escapar do conflito que há entre a carne e o Espírito. No entanto a Palavra de Deus nos traz boas notícias quanto a isso, ao dizer que o Espírito Santo nos capacita a resistir às obras da carne.

Em Cristo somos livres, mas também somos responsáveis, ou seja, não podemos viver de qualquer maneira. Se o Espírito Santo habita em nós, então o que se espera é que andemos segundo a vontade d’Ele.

Escola Dominical – Lições Bíblicas 1º Trimestre 2017: As Obras da Carne e o Fruto do Espírito – Como o Crente Pode Vencer a Verdadeira Batalha Espiritual Travada Diariamente EBD CPAD.

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As obras da carne e o fruto do espírito

As Obras da Carne e o Fruto do Espírito é o tema da lição 1 das Lições Bíblicas CPAD do 1º trimestre de 2017 para a Escola Bíblica Dominical. Neste estudo bíblico meditaremos sobre o ensino do apóstolo Paulo acerca das obras da carne e o fruto do Espírito na Epístola aos Gálatas.

Texto Áureo: Gálatas 15:16

Leitura Bíblica em Classe: Gálatas 5:16-26

Introdução

Lições Bíblicas 1º Trimestre de 2017 – Escola Bíblica Dominical

Quando o apóstolo Paulo escreveu aos cristãos da Galácia, seu principal objetivo era admoestá-los a resistir, rejeitar e combater os falsos mestres que estavam pregando um falso evangelho entre eles.

Esse ensino consistia, basicamente, em afirmar que apenas a fé em Cristo não era suficiente para a salvação, precisando então ser acrescentado a ela o mérito humano em praticar as obras da Lei.

Diante desse grave problema, o apóstolo escreveu uma carta onde expôs a verdade de que a justificação é exclusivamente pela fé em Cristo, e não por obras humanas. Paulo também ensinou que o legalismo não é capaz de nos conduzir a ter um padrão de vida que agrada a Deus, ao contrário, ele nos afasta de Cristo e nos leva ao fracasso.

Assim, o apóstolo advertiu que somente o Espírito Santo é quem nos capacita a viver uma nova vida marcada pela santificação diária, fazendo-nos desfrutar de toda liberdade que há em Cristo.

I- Andar na Carne x Andar no Espírito

Nos capítulos 5 e 6 da Carta aos Gálatas, o apóstolo Paulo fez uma série de exortações práticas acerca do verdadeiro Evangelho, o qual prega que a justificação é exclusivamente pela fé. Primeiro ele falou acerca da liberdade que os redimidos desfrutam em Cristo (Gl 5:1-15). Depois ele exortou acerca do poder do Espírito (Gl 5:16-6:6), e, por último, ele alertou sobre a bênção e o julgamento divino (6:7-10).

Entre os versículos 1 e 15 do capítulo 5 de Gálatas, priorizando o ensino sobre a liberdade em Cristo, o apóstolo deixou claro que a liberdade não anula a responsabilidade, ou seja, não se pode confundir a liberdade em Cristo com libertinagem. Logo, os cristãos não devem viver de qualquer maneira só porque não estão mais sobre o julgo da Lei.

Nesse contexto, a partir do versículo 16 do mesmo capítulo 5, Paulo fala sobre as obras da carne o fruto do Espírito. Seu objetivo é mostrar que a única maneira de obedecermos à vontade de Deus é confiando no Espírito Santo, que é o único que pode nos capacitar a viver uma vida para Cristo.

O conselho do apóstolo é para que andemos no Espírito (Gl 5:16). Com isso ele está dizendo que o cristão verdadeiro possui o Espírito Santo habitando dentro de si, e já que o Espírito é o centro de sua nova vida regenerada, o cristão deve entregar seus paços a ele, ou seja, “se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito” (Gl 5:25).

O Espírito Santo habitando dentro de nós é um sinal de que fomos feitos herdeiros das promessas dadas a Abraão (Gl 3:14; 4:6; 5:5), e de que no dia do juízo seremos declarados justos, não por nossos méritos, mas pelos méritos de Cristo (2Co 1:22; 5:5; Gl 5:5).

Por outro lado, o apóstolo também chamou a atenção para o fato de que a carne tenta resistir insistentemente esse novo padrão de vida imposto pelo Espírito. Nesse contexto a palavra “carne” se refere a nossa natureza humana decaída e corrompida pelo pecado.

II- Obras da Carne, Um Convite ao Pecado

Após a Queda do Homem, quando Adão e Eva desobedeceram à ordem de Deus ainda no Éden, a natureza humana foi completamente corrompida, ocasionando uma depravação total, de modo que, por nós mesmos, não somos capazes de fazer nada de bom diante de Deus.

Somente quando somos regenerados é que o Espírito Santo nos capacita a viver de um modo que, pelos méritos de Cristo, agrada a Deus. Entretanto, apesar de novas criaturas a natureza carnal tenta nos confrontar diariamente, pois seus desejos e obras são contrários à submissão a vontade de Deus.

Esse intenso conflito nos acompanha por toda nossa vida aqui na terra. Porém, apesar de ainda possuirmos essa natureza carnal, podemos mortificá-la através do poder concedido pelo Espírito Santo que aplica os efeitos da cruz de Cristo em nossas vidas onde essa natureza foi crucificada juntamente com suas paixões concupiscências.

O pecado não é o padrão de vida de quem nasceu de novo, e a única forma de combatermos os desejos pecaminosos da nossa carne que nos leva a praticar obras reprováveis é andando no Espírito.

O apóstolo citou uma lista representativa das obras da carne que inclui pecados relacionados à imoralidade sexual, à falsa adoração, à conflitos de relacionamentos e aos excessos (Gl 5:19-21). Saiba mais lendo um estudo completo sobre as obras da carne.

III- Fruto do Espírito, Um Chamado Para a Santidade

Oposto às obras da carne está o fruto do Espírito, um conjunto de virtudes produzidas pelo Espírito Santo em nós e que provam o nosso caráter cristão condizente com o modo de vida característico de quem foi regenerado.

Mortos em delitos e pecados, separados de Deus e inimigos de sua justiça, nós vivíamos segundo os desejos da carne, praticando as obras que satisfaziam nossas paixões pecaminosas. Porém, quando fomos regenerados, reconciliados com Deus por meio de Cristo, o Espírito Santo que habita em nós nos concede o poder de resistir às tendências da nossa carne e demonstrar o fruto produzido pelo Espírito através da santificação. Saiba mais lendo um estudo completo sobre o fruto do Espírito.

Conclusão

Enquanto estivermos vivendo nessa terra, nenhum de nós poderá escapar do conflito que há entre a carne e o Espírito. No entanto a Palavra de Deus nos traz boas notícias quanto a isso, ao dizer que o Espírito Santo nos capacita a resistir às obras da carne.

Em Cristo somos livres, mas também somos responsáveis, ou seja, não podemos viver de qualquer maneira. Se o Espírito Santo habita em nós, então o que se espera é que andemos segundo a vontade d’Ele.

Escola Dominical – Lições Bíblicas 1º Trimestre 2017: As Obras da Carne e o Fruto do Espírito – Como o Crente Pode Vencer a Verdadeira Batalha Espiritual Travada Diariamente EBD CPAD.

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